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Jê Américo

Jê Américo

Jê Américo - São Paulo, 1966 - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP – 1994. Na segunda metade da década de 70, inicia carreira de desenhista técnico em escritórios de arquitetura, época pré-informática, quando os desenhos eram elaborados com canetas nanquins, esquadros e régua paralela. Desde o início da faculdade até o momento, desenvolve projetos de arquitetura, mobiliário e gerenciamento de obras. Em 2008, por sugestão de um amigo artista plástico, faz a primeira série de mapas a partir do contorno da América do Sul. Já nesses trabalhos, surgem as linhas, que serão uma marca importante nos trabalhos posteriores. Práticas de meditação Zen Budista, estudos sobre Lógica, Matemática, Física e Filosofia da Ciência influenciaram a produção que se desenvolve a seguir. A questão da materialidade da realidade, explorada nas esculturas de Jesus Soto, e a geometria difusa de Mark Rohtko, são também referências visuais fundamentais. As ausências de linhas de contorno tornam as formas inefáveis, ora surgindo como adensamentos dos campos em que se encontram imersas, ora pela vibração de cores intensas, que como partículas subatômicas, permitem diferentes camadas de leitura, cada vez mais profundas, de sua composição. A linha do arquiteto No início eram linhas, planos, ângulos e curvas, em busca do real. Veio a arquitetura, vieram vigas, pilares, escadas e paredes, em busca do real. Mas encontrou no caminho a palavra abstrata, a poesia, a filosofia e junto a imaterialidade da música. As linhas pouco a pouco deixam de ser instrumento da construção do real para serem elas mesmas a própria realidade. Ao recusar buscar a realidade tornam-se concretas. Hoje Jê Américo constrói poesia, filosofia e música com suas linhas, planos, ângulos e curvas que não pretendem ser mais do que linhas, planos, ângulos e curvas que buscam nessa integridade sua beleza. O Saber da linha - 2014 Os desenhos de Jê Américo constroem-se com um pensamento de pintura. Trabalhando com zonas cromáticas e aplicando as cores linha a linha, o artista define espaços em seu trabalho por sua relação de complementaridade ou negação cromática. Uma atualização das discussões modernas do século XX. Será então pela relação entre os tons de que se utiliza que as linhas ganham ou mudam de cor, por vezes ressaltadas pelos tons de preto. Há de se notar também a importância de linhas que surgem do encontro entre os campos de cor ou pelas bordas das horizontais trabalhadas, um pensamento arquitetônico que avança sobre o espaço pictórico. Exposições Coletivas 1997 - Arte Cidade 3 - Farol Urbano Com Regina Meyer e Luiz Junqueira - São Paulo - Brasil 2012 - FUNCADI - Instituto Carlos E Diva Pinho - Urbanidades 2013 - Espaço 00 - Urbanidades 2ª. Edição 2014 - 2º. Salão De Outono Da América Latina Salon D’automne França - Brasil 2014 - O Saber Da Linha - Lab570- Coletiva De Artistas Curadoria Paulo Gallina 2014 - O Saber Da Linha - Lab570 - Pintalondon - Londres 2015 - Dia Do Patrimônio - Anis Gras - Arcueil - França 2015 - Archetyp - Dialogart - Viena – Áustria 2017 - Parte - Feira De Arte Contemporânea - SP 2017 - Distrópicos - Ateliê Ale - São Paulo 2018 - Distrópicos - FUNARTE - São Paulo Exposições Individuais 2014 - Linhas 3 Atos - In Rainbows - Galeria Photoarts - SP 2014 - Linhas 3 Atos - Arvo - Galeria Cultura - SP 2016 - Mobiles - Galeria Caribé - São Paulo - SP Residências Artísticas 2015 - Anis Gras - Arcueil – France 2016 – Ateliê Alê – São Paulo, SP
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